Segundo Gui Bonsiepe, o papel do projetista não se limita à criação de soluções formais ou funcionais; ele deve desenvolver uma sensibilidade ética e cultural, compreendendo as necessidades concretas de um grupo social e oferecendo respostas materiais que dialoguem com o sistema simbólico e cultural desse grupo. Nas aulas exemplificou essa ideia ao citar o caso da instalação de privadas em uma comunidade indígena, cuja cultura tradicional faz uso da floresta para suas necessidades fisiológicas. De modo semelhante, Herman Hertzberger defende uma arquitetura participativa e flexível, que reconheça o usuário como agente ativo na configuração do espaço. Ele critica a padronização e a desumanização dos ambientes, defendendo soluções que estimulem apropriação, afeto e responsabilidade compartilhada.Um exemplo citado por Hertzberger é o da sala de estudantes do MIT, em que os alunos organizaram o ambiente de acordo com suas necessidades transformando o espaço em um lugar de convivê...
Meu nome é Maria Laura Gonçalves, tenho 20 anos, sou de BH. Escolhi Arquitetura e Urbanismo, porque sempre fui encantada com a área da construção, existia uma dúvida sobre arquitetura e engenharia, quando comecei a fazer técnico eletrônica no CEFET, mas percebi que realmente me via mais em Arquitetura, e já realizei um semestre na Puc, onde aprendi um pouco sobre a área e me interessando ainda mais.