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Mostrando postagens de outubro, 2025

Fichamento Hertzberger parte "A - Domínio Público"

Segundo Gui Bonsiepe, o papel do projetista não se limita à criação de soluções formais ou funcionais; ele deve desenvolver uma sensibilidade ética e cultural, compreendendo as necessidades concretas de um grupo social e oferecendo respostas materiais que dialoguem com o sistema simbólico e cultural desse grupo. Nas aulas exemplificou essa ideia ao citar o caso da instalação de privadas em uma comunidade indígena, cuja cultura tradicional faz uso da floresta para suas necessidades fisiológicas.  De modo semelhante, Herman Hertzberger defende uma arquitetura participativa e flexível, que reconheça o usuário como agente ativo na configuração do espaço. Ele critica a padronização e a desumanização dos ambientes, defendendo soluções que estimulem apropriação, afeto e responsabilidade compartilhada.Um exemplo citado por Hertzberger é o da sala de estudantes do MIT, em que os alunos organizaram o ambiente de acordo com suas necessidades  transformando o espaço em um lugar de convivê...

Design: Obstáculo para remoção de obstáculos?

Vilém Flusser desloca o olhar sobre o design, tirando-o do campo meramente estético ou técnico e inserindo-o em uma reflexão filosófica, ética e social. O autor parte da origem etimológica da palavra “objeto”, que vem de ob-jectum , “aquilo que está no caminho”. A partir dessa ideia, entende-se que todo objeto é um obstáculo, algo que se interpõe entre nós e o mundo. Quando transformamos esse obstáculo em algo útil, nasce o objeto de uso, criado para afastar outros obstáculos do caminho humano. Entretanto, Flusser revela a contradição fundamental do design: ao mesmo tempo em que criamos objetos para facilitar a vida, acabamos nos aprisionando por eles. Dependemos dos utensílios, ferramentas e tecnologias que produzimos, mas também nos tornamos limitados por eles. Os objetos de uso que herdamos de gerações anteriores são resultados de um longo processo de configuração cultural, e cada nova criação traz consigo uma responsabilidade. Quanto mais um designer ou inventor foca apenas na apar...

Desenhos aula Praça da Liberdade

    1 ponto se fuga 2 ponto se fuga Ed. Niemeyer: Objeto da visita do Ateliê de cerâmica

Desenhos de perspectiva da EA

  Interior (1 ponto de fuga): Exterior (2 pontos de fuga):

Desenhos isométricos

 

Exercício Não-Objeto (2a parte: individual)

Não-Objeto do grupo  Não-Objeto individual:                                 As Diretrizes do grupo era um Eixo relacionado a um  movimento, usando formas geométrica. Devido a isso utilizei um círculo com pequenas formas que poderiam ser usadas tanto para de movimentar no próprio não-objeto, quanto na própria pessoas, rodando por exemplo no pescoço ou braços, as fitas traziam um efeito visual de mais movimento.  

Exercício Não-Objeto (1a parte: diretrizes em grupo)

 I deias inicias para objeto-mãe:   Com os conselhos dos professores tivemos que dar um passo para trás e simplificando o objeto-mãe, foi decidido pelo grupo que esse seria o nosso objeto-mãe. Objeto-mãe: Diretrizes:  Eixo relacionado a movimento Formas Geométricas

Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

  Lygia Clark - Bichos Julio Le Parc - Lumière Com a discussão na aula comecei a entender melhor o que "não-objeto", como faltei na aula sobre "não-objeto" , na aula de apresentação sobre as obras juntos com os discussão em aula,   ajudou a compreensão e conhecimento sobre as "formas" que um "não-objeto" pode ter as diferenças internações humanas com dele.

Teoria do Não-Objeto

O texto "A teoria do não objeto" é um manifesto escrito por Ferreira Gullar em 1959, apresenta um conceito central para compreender o neoconcretismo, movimento do qual foi cofundado. O autor procura explicar que arte não precisa ser estática como pintura ou escultura que pode ser vivida, gerando uma experiência para cada pessoa. Devido a isso, explica o que é um “não-objeto” é construído para uma experiência direta, diferente da da pintura ou esculturas, que ainda dependem de moldura ou base e continuam presas à separação figura-fundo. No não-objeto, existe como totalidade no espaço real, dissolvendo limites convencionais. No contexto histórico, o não-objeto ganha um desenvolvimento próprio no Brasil com artistas neoconcretos que buscavam recuperar a dimensão sensível e fenomenológica da arte, considerando o corpo e a percepção do espectador. Esse movimento que surgem obras como os Bichos de Lygia Clark, que precisam ser manipulados, e os Parangolés de Hélio Oiticica, que...